quarta-feira, 5 de outubro de 2011

RPG - jogo de tabuleiro: um mundo novo!

   Então seres estranhos da Terra, estava eu voando com meu disco espacial pelos ares, quando encontrei a 38ª edição da Turma da Mônica Jovem - Masmorras e Dragões. Neste gibi, Mônica e seus 'amiguchos' jogam um jogo de RPG, que é a sigla de Role Playing Game.
   Pois então, eu nunca havia jogado RPG de tabuleiro, só de computador.
   No de tabuleiro, há vários cenários, personagens e desafios.
   Entre os personagens há um importante: o chamado Mestre. Ele não precisa necessariamente participar do jogo, mas é ele que narra a história (do jogo), faz anotações que ficam ocultadas por um "escudo" (papelão, papael ou qualquer outra coisa que fique de pé e impessa a visão dos jogadores sobre o que está atrás do escudo). O Mestre também pode enganar os jogadores quando ele rola o dado - atrás do escudo -, mudando os resultados deles, e mudando o rumo da história. É ele também que julga se a atitude e as ações dos jogadores são corretas ou não.
   Os personagens tem fichas técnicas dizendo suas habilidades, seus nomes e, se o dono do personagem quiser, na ficha também tem um pequeno resumo sobre o personagem.
   Os tabuleiros (que são cenários) podem ter vários tamanhos. No RPG também pode haver mais de um tabuleiro.
   Os dados. Os dados que nós conhecemos são os de seis lados, mas no RPG tem de quatro lados, de oito lados, dez lados e assim por diante.
   Nesse tipo de jogo há alguns livros, geralmente falando sobres as regras, monstros, e lugares do jogo.
   Mas o que mais importa no RPG é a imaginação. Os participantes imaginam os cenários, monstros, e jogam como se tudo fosse real.
   Se você não quiser comprar um jogo de RPG (que é caro), você pode fazer um, com o tabulerio feito de cartolina, ou um papel maior e mais duro, e os personagens podem ser feitos de durepoxi.
   Até a próxima!



Nenhum comentário:

Postar um comentário